Com uma trajetória dedicada à saúde feminina que se iniciou com sua formação em Medicina pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em 1987, o Dr. Cláudiositya.com.br Santa Maria RSJoined July 2025
Como documentar lesões de endometriose em 3D — Endomapper 3D youtu.be/SEmwx9rIoi4?si… via @YouTube
Demonstração do Endomapper 3D, uma ferramenta para documentar lesões de
endometriose em um modelo tridimensional rotacional, complementando os
gráficos bidimensionais habitualmente enviados junto ao laudo, ultrassom
e ressonância.
Neste vídeo mostro como:
• Inserir lesões classificadas por profundidade (superficial e profunda)
• Trabalhar com a tela rotacional 3D e as 4 vistas 2D (direita, esquerda,
frontal e posterior), com correspondência automática de coordenadas
• Movimentar e ajustar lesões com correspondência em todas as vistas
• Excluir estruturas individualmente (útero, ovários, bexiga, ligamentos
redondos e uterossacros, trompas, ureteres) — útil, por exemplo, em
pacientes histerectomizadas
• Capturar e exportar o modelo rotacional (HTML) e as vistas 2D para
visualização em tablet e celular
O objetivo é facilitar a visualização da localização exata das lesões por
vários ângulos, apoiando a comunicação com toda a equipe cirúrgica e o
planejamento da cirurgia — antecipando áreas de acesso mais difícil para
um melhor resultado e uma recuperação mais favorável da paciente.
⏱️ Capítulos
00:00 Introdução: documentação em gráficos 2D
00:43 Tela rotacional 3D e as 4 vistas
01:00 Inserção de lesões: superficial e profunda
01:30 Correspondência de coordenadas entre as vistas
02:05 Modelo rotacional em vários ângulos
02:10 Exclusão de estruturas (paciente histerectomizada)
02:43 Remoção de estruturas individuais
02:58 Captura e exportação (HTML, tablet e celular)
03:15 Apoio ao planejamento cirúrgico
#endometriose#ginecologia#cirurgia#endometriosis#saudedamulher
Mapeamento de Endometriose: Visualização 3D para Cirurgiões youtu.be/7J40zERTF6U?si… via @YouTube
A interpretação das imagens de endometriose acaba de ganhar uma nova dimensão.
Neste vídeo, apresento uma tecnologia que converte os achados do mapeamento por ultrassonografia e ressonância magnética em uma reconstrução anatômica tridimensional, permitindo uma compreensão mais intuitiva da distribuição das lesões.
✅ Visualização anatômica em 3D
✅ Melhor entendimento da extensão da doença
✅ Planejamento cirúrgico mais preciso
✅ Comunicação facilitada entre especialistas
✅ Potencial aplicação em ensino e treinamento
A medicina está entrando em uma nova era, onde a inteligência visual auxilia na tomada de decisão clínica e cirúrgica.
#Endometriose#UltrassomEspecializado#MapeamentoDeEndometriose#CirurgiaGinecológica#Ginecologia#MedicinaDigital#DiagnósticoPorImagem#Ultrassonografia#PlanejamentoCirúrgico#SaúdeDaMulher
A interpretação dos achados do mapeamento de endometriose pode ser desafiadora, especialmente em casos com múltiplos compartimentos acometidos.
Neste vídeo apresento o EndoMapper, uma plataforma desenvolvida para converter os achados do ultrassom especializado e da ressonância magnética em uma representação anatômica tridimensional interativa.
A proposta é facilitar:
✔ Correlação anatômica dos achados
✔ Comunicação entre ultrassonografistas, ginecologistas e cirurgiões
✔ Discussão multidisciplinar dos casos
✔ Documentação estruturada das lesões
✔ Compreensão espacial da doença
✔ Planejamento pré-operatório
O sistema pode ser acessado em computador, tablet ou smartphone, permitindo revisão dos casos em diferentes ambientes clínicos.
Gostaria de conhecer a opinião de colegas que atuam com endometriose, imagem ginecológica e cirurgia minimamente invasiva.
#Endometriose#UltrassomGinecológico#RessonânciaMagnética#EndoMapper#Ginecologia#CirurgiaGinecológica#MedicinaDigital#PlanejamentoCirúrgico
11 min
EndoMapper: Uma Nova Ferramenta para Documentação e Comunicação em Endom... youtu.be/LteqRouvRDk?si… via @YouTube
A interpretação dos achados do mapeamento de endometriose pode ser desafiadora, especialmente em casos com múltiplos compartimentos acometidos.
Neste vídeo apresento o EndoMapper, uma plataforma desenvolvida para converter os achados do ultrassom especializado e da ressonância magnética em uma representação anatômica tridimensional interativa.
A proposta é facilitar:
✔ Correlação anatômica dos achados
✔ Comunicação entre ultrassonografistas, ginecologistas e cirurgiões
✔ Discussão multidisciplinar dos casos
✔ Documentação estruturada das lesões
✔ Compreensão espacial da doença
✔ Planejamento pré-operatório
O sistema pode ser acessado em computador, tablet ou smartphone, permitindo revisão dos casos em diferentes ambientes clínicos.
Gostaria de conhecer a opinião de colegas que atuam com endometriose, imagem ginecológica e cirurgia minimamente invasiva.
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Endomapper 3D youtu.be/SLlfCqAewFU?si… via @YouTube
Como funciona o mapeamento dinâmico em 3D da Endometriose?
Esqueça os laudos difíceis de visualizar. O EndoMapper foi construído para trazer a realidade anatômica tridimensional para o planejamento cirúrgico da endometriose. 🩻✨
Neste vídeo, mostro como a plataforma funciona na prática: 1️⃣ Visão 360°: O modelo rotacional permite visualizar a pelve por múltiplos ângulos, facilitando a identificação exata da profundidade e extensão das lesões. 2️⃣ Inserção por Coordenadas: O clique do mouse insere a lesão (classificada por cores entre superficial e profunda) de maneira simultânea nas imagens tridimensionais e bidimensionais. 3️⃣ Flexibilidade de Casos: Demonstro como retirar estruturas — como o útero — para representar com precisão a anatomia de cada paciente.
O resultado? Uma ferramenta que o cirurgião pode levar no celular ou tablet para dentro da sala de cirurgia, otimizando o tempo e a abordagem do procedimento.
Assista ao vídeo completo para ver a ferramenta em ação!
Para agendamentos e parcerias: 📞 WhatsApp: 55 99970-1144 📍 Rua Pinheiro Machado 2350, sala 803 - Santa Maria, RS 🌐 Saiba mais: csitya.com#EndometrioseProfunda#TecnologiaNaMedica#Mapeamento3D#Ginecologista#EndoAcolhe#SaudeFeminina#MedicinaSantaMaria
VOCÊ CONSEGUE DESCOBRIR? 🤯 Este Vídeo é REAL ou Gerado por IA? youtu.be/rXf_uD3NKEM?si… via @YouTube
A inteligência artificial está evoluindo em uma velocidade impressionante.
Mas será que você consegue identificar quando um vídeo foi realmente gravado por uma pessoa e quando foi criado por IA?
Assista até o final, observe os detalhes e deixe sua resposta nos comentários:
👉 REAL ou IA?
Depois conte quais sinais fizeram você chegar à sua conclusão.
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GLP-1 e Endometriose - O hormônio que falta no fluido que mais importa youtu.be/8RNCVIiGufc?si… via @YouTube Texto de cada slide
Slide 1 — Capa
GLP-1 e Endometriose
Uma nova fronteira no manejo da inflamação pélvica
Existe um hormônio que, na endometriose,
está silenciosamente reduzido
exatamente onde a doença mais age.
O que isso muda — e o que ainda não sabemos.
CS
Slide 2 — Frase de impacto
A endometriose não é só uma doença do útero.
É um estado inflamatório crônico.
E a inflamação tem endereço: o fluido peritoneal.
Slide 3 — Conceito
O que é o GLP-1?
O GLP-1 (glucagon-like peptide-1) é um hormônio produzido no intestino.
Regula glicose, apetite e, menos conhecida, a inflamação sistêmica.
Agonistas do GLP-1 — como semaglutida e liraglutida —
foram desenvolvidos para diabetes e obesidade.
Mas seu efeito vai além da balança.
Em mulheres com endometriose, estudos mostram
que o GLP-1 no fluido peritoneal está significativamente reduzido.
Esse mesmo fluido banha as lesões.
Nutre o ambiente onde a doença persiste.
A hipótese: repor essa sinalização pode
reduzir citocinas inflamatórias, modular macrófagos
e — em modelos animais — diminuir lesões endometriais.
Slide 4 — Visual didático
O ambiente peritoneal na endometriose
Imagine o fluido peritoneal como um mar interno.
Na endometriose, esse mar está carregado:
TNF-α, IL-6, macrófagos hiperativados,
proteases que degradam os próprios sinais reguladores — incluindo o GLP-1.
Os agonistas de GLP-1 atuam bloqueando NF-κB,
o interruptor molecular da inflamação.
Menos NF-κB ativado → menos citocinas → ambiente menos hostil para as lesões proliferarem.
Não é uma cura.
É uma modulação do terreno.
Slide 5 — Aplicação clínica
O que isso muda na prática hoje?
GLP-1 não é aprovado como tratamento de endometriose.
E ainda não há ensaios clínicos randomizados concluídos com esse foco.
Mas algumas situações merecem atenção:
→ Mulheres com endometriose e resistência à insulina, obesidade ou síndrome metabólica já têm indicação metabólica para GLP-1 — e podem ter benefício indireto na inflamação pélvica.
→ Modelos pré-clínicos mostram redução de fibrose endometrial e inibição de NF-κB. Um survey internacional (n=161) relatou melhora de dor pélvica, distensão e qualidade de vida — com recidiva após suspensão.
→ Atenção importante: mulheres em tentativa de gravidez não devem usar esses medicamentos. A semaglutida deve ser suspensa pelo menos 2 meses antes da concepção.
A decisão exige avaliação individual.
O entusiasmo precisa respeitar a evidência.
Slide 6 — Assinatura
A ciência não dá saltos.
Ela acumula — peça por peça —
até que o que era hipótese
se torna indicação.
Estamos no começo dessa história.
E ela vale ser acompanhada.
Dr. Cláudio Sityá
CRM 15924 · RQE 7176
CS
Salve este post. Compartilhe com quem precisa entender que endometriose é inflamação — e a inflamação tem caminhos novos.
Você sabia que a endometriose afeta até 10% das mulheres em idade fértil e é uma das principais causas de infertilidade? Entenda como.
A endometriose vai além da dor: ela pode ser um obstáculo significativo para a fertilidade. Este tecido que cresce fora do útero causa inflamação e alterações que impactam diretamente a sua chance de engravidar. 🎗️
Como isso acontece? Ela pode alterar a anatomia pélvica, afetar a qualidade dos óvulos e embriões, e até mesmo dificultar a ovulação e a implantação. É um cenário complexo que exige atenção.
Mas há esperança! Com diagnóstico precoce e um plano de tratamento personalizado, que pode incluir desde terapias clínicas e hormonais até cirurgia laparoscópica e técnicas de reprodução assistida como a FIV, o sonho da maternidade pode se tornar realidade.
Cada jornada é única e merece uma abordagem multidisciplinar. Se você se identifica, salve este post para referência e compartilhe com quem precisa saber
Sono e Climatério: Entenda essa relação! 🌙👇
Se o seu sono não é mais o mesmo, a explicação pode estar nos seus hormônios. Confira no infográfico: 🔹 As causas da mudança. 🔹 Os sintomas mais comuns. 🔹 3 dicas de ouro para dormir melhor.
Não deixe a falta de sono roubar sua vitalidade. Priorize seu descanso! ✨
💾 Salve este post para consultar as dicas sempre que precisar.
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A Fisiologia do Sono no Climatério
Você sabe por que a qualidade do sono muda tanto durante o climatério? Não se trata apenas de um sintoma isolado, mas de uma série de adaptações neuroendócrinas que afetam diretamente o cérebro e o ciclo do sono.
Um dos fatores envolvidos é a queda da progesterona. Seu principal metabólito cerebral, a alopregnanolona, potencializa a ação dos receptores GABA-A, responsáveis pelo relaxamento neuronal. Com sua redução, aumenta a sensação de hiperalerta e a dificuldade para iniciar e manter o sono.
O estrogênio também desempenha papel fundamental. Ele participa da regulação dos centros termorreguladores do hipotálamo. Quando seus níveis diminuem, a chamada zona termoneutra se torna mais estreita. Pequenas variações de temperatura passam a desencadear respostas exageradas, como ondas de calor e sudorese noturna, interrompendo o sono profundo e o sono REM.
Além disso, o estrogênio influencia diversos neurotransmissores relacionados ao ciclo sono-vigília, incluindo serotonina e melatonina. Sua redução pode contribuir para a desorganização do ritmo circadiano e para uma menor eficiência do sono.
Por isso, a insônia no climatério não deve ser vista apenas como um desconforto. Ela reflete alterações neuroendócrinas complexas que merecem avaliação adequada. O tratamento pode envolver mudanças comportamentais, estratégias de higiene do sono e, quando indicado, terapia hormonal individualizada.
Compreender a fisiologia é o primeiro passo para um cuidado baseado em evidências.
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Por muito tempo, a endometriose foi tratada apenas como uma doença de "lesões focais" ou focos isolados na região pélvica. Mas a ciência evoluiu, e hoje sabemos que ela vai muito além disso.
A endometriose é, na verdade, uma doença inflamatória sistêmica complexa. Isso significa que ela não afeta apenas os órgãos onde os focos estão implantados; ela gera uma resposta inflamatória que reverbera por todo o organismo.
É por isso que os sintomas podem incluir fadiga crônica, dores articulares, alterações intestinais sistêmicas e um impacto profundo no bem-estar geral da mulher. O tratamento moderno não pode focar apenas na retirada cirúrgica de uma lesão, mas sim no manejo global dessa inflamação.
Enxergar a endometriose de forma sistêmica é o primeiro passo para um tratamento verdadeiramente eficaz e humanizado.
🔗 Compartilhe este post com alguém que precisa entender a real complexidade dessa doença.
Você sabia que o sono é um dos primeiros pilares a serem afetados no climatério? 🌙
A queda dos hormônios estrogênio e progesterona não impacta apenas o ciclo menstrual, mas também o centro de regulação térmica do corpo e a produção de melatonina. O resultado? Noites fragmentadas, fogachos e aquela sensação de cansaço constante.
No infográfico de hoje, resumimos os principais pontos para você entender essa fase: ✅ Por que o sono muda (o papel dos hormônios). ✅ Os desafios reais: insônia, fogachos e nictúria. ✅ Dicas práticas para melhorar sua higiene do sono hoje mesmo.
Entender o que acontece com seu corpo é o primeiro passo para buscar as soluções corretas e recuperar sua qualidade de vida. ✨
💬 Você tem sentido alguma dessas alterações? Comenta aqui embaixo!
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Patogênese da endometriose: por que Sampson e a teoria metaplásica precisam coexistir
Da menstruação retrógrada à müllerianose — uma leitura integrativa em três fenótipos lesionais.
O problema do modelo único
Mais de um século depois da descrição de John Sampson, a teoria da menstruação retrógrada continua dominando os livros-texto — mas falha em explicar fenômenos que a clínica diária impõe: endometriose em pacientes com síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (MRKH), focos endometrióticos descritos em fetos do sexo feminino, casos raros em homens sob estrogenoterapia e, sobretudo, a topografia retroperitoneal da endometriose profundamente infiltrativa (DIE). Nenhum desses cenários se acomoda confortavelmente ao modelo de auto-transplante peritoneal.
A proposta deste texto é deslocar o debate da oposição clássica "Sampson versus metaplásica" para uma leitura integrativa, na qual as duas teorias atuam como vetores complementares convergindo em um eixo patogênico final comum.
O que Sampson explica bem
O refluxo tubário ocorre em ~90% das mulheres em idade reprodutiva, e quadros de obstrução do fluxo menstrual aumentam comprovadamente o risco de endometriose. A distribuição gravitacional das lesões (fundo de saco de Douglas, ovário esquerdo) e a progressão histológica clássica das lesões superficiais (vermelha → negra → branca) ajustam-se ao paradigma metastático. Mecanisticamente, a hiperexpressão de aromatase, o desequilíbrio de prostaglandinas e a neoangiogênese mediada por VEGF compõem o arsenal molecular que sustenta a sobrevida dos implantes.
Onde Sampson falha — e a metaplásica entra
A endometriose em pacientes MRKH — sem útero, sem menstruação retrógrada possível — é provavelmente a evidência mais decisiva contra a exclusividade do modelo de Sampson. Focos endometriais em fetos (em torno de 10/100 em algumas séries de autópsia) apontam para uma origem anterior à menarca. A teoria metaplásica, em suas duas vertentes — metaplasia celômica do mesotélio e müllerianose (restos embrionários reativados na puberdade pelo estrogênio) — responde a esses pontos cegos.
A correlação com anomalias müllerianas opera nas duas frentes: reforça Sampson quando há obstrução do fluxo, e reforça a teoria embrionária ao sinalizar diferenciação anômala dos ductos de Müller no período em que células endometriais primordiais poderiam ter sido dispersas pelo assoalho pélvico posterior.
Convergência em três fenótipos
Em vez de tratar as teorias como rivais, o mapa conceitual permite estratificar os subtipos lesionais segundo o peso relativo de cada uma:
Endometriose superficial peritoneal (SPE) — predominantemente Sampson. Lesões em estágios evolutivos no peritônio pélvico; responde bem a abordagens cirúrgicas conservadoras e supressão hormonal.
Endometrioma ovariano (OMA) — convergência genuína. Tanto a invaginação cortical de implantes refluídos quanto inclusões mesoteliais corticais com diferenciação endometrial sustentam a lesão. A decisão entre cistectomia e ablação deve considerar a reserva ovariana.
Endometriose profunda infiltrativa (DIE) — predomínio müllerianose. Lesões em uterossacros, septo retovaginal e retossigmoide, com componente fibromuscular invasivo e fenótipo cancer-like (EMT, VEGF↑↑). Raramente regride com tratamento clínico isolado.
Todos esses fenótipos compartilham um eixo patogênico comum: microambiente estrogênio-dependente, resistência epigenética à progesterona, inflamação peritoneal crônica, neoangiogênese e hiperinervação sensorial — eixo no qual células-tronco endometriais e medulares atuam como vetores moduladores.
Implicação clínica
Reconhecer a pluralidade patogênica não é exercício acadêmico. Em adolescentes com dor pélvica e anomalias müllerianas, o raciocínio embriológico justifica investigação por imagem mais agressiva e baixa tolerância à conduta expectante. Em DIE extensa de pacientes jovens, a hipótese müllerianose ajuda a explicar a desproporção entre tempo de menarca e gravidade lesional.
Sampson e a teoria metaplásica não são rivais — são camadas distintas de um mesmo processo. É essa leitura integrativa que permite diagnóstico, prognóstico e terapêutica progressivamente mais individualizados.
Referências
Imperiale L, et al. Three Types of Endometriosis. J Clin Med, 2023 — PMC9918005
Signorile PG, et al. New Insights in Pathogenesis of Endometriosis. Front Med, 2022 — Frontiers
Vercellini P, et al. Endometriosis: pathogenesis and treatment. Nat Rev Endocrinol
Koninckx PR, Ussia A. Pathogenesis of deep endometriosis. Fertil Steril
A dor pélvica crônica afeta milhões de mulheres e pode ser exaustiva. Mas você sabia que a endometriose é uma das maiores vilãs por trás desse sintoma persistente? 🤔
É quando o tecido do útero cresce em outros lugares, causando inflamação, aderências e uma dor que vai muito além da menstruação.
Essa dor pode comprometer sua rotina, sua vida sexual e seu bem-estar geral. O diagnóstico precoce e um tratamento personalizado são essenciais.
Se você se identificou, procure um especialista. Não normalize a dor! Marque uma amiga que precisa saber disso e salve para consultar depois. 👇
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Nascido em Amparo - SP, moro no RS desde 1991.
Baixista e vocalista da banda DECLASSIC
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